Sportsmanship Incentive Movement

to stop insult is to stop physical violence

Foi abandonado com 9 meses

Paulo Almeida nasceu na ilha Terçeira dos Açores a 13 de Setembro de 1972, aos 9 meses de vida foi abandonado e rejeitado por toda familia biolológica, foi adoptado por Miguel Silveira, Leonor Ramos e Filomena de Lurdes Ramos, que o criaram, educaram e prepararam para vida.

Greve de fome

Em 11 de Setembro de 2004 foi alvo de um despedimento sumário, recorreu aos tribunais que lhe deram razão, considerando o despedimento ilícito, foi reintegrado como decretou o juíz, mas não lhe foi pago o trânsito em julgado, teve que decretar uma greve de fome para salvaguardar os bens do seu clube de Coração, o presidente do Clube que também desempenha funções de presidente de um sindicato fez a reintegração mas não pagou ao massagista, a 13 de Maio de 2005 Paulo Almeida anunciava uma greve de fome pelos seus direitos e brio professional.

na ilha do Pico levantou o estádio da Madalena

A 5 de Junho de 2005 na Madalena ilha do Pico e a 12 na ilha Terceira Angra do Heroísmo fez um protesto contra a liguílha dos Açores, pela descriminação as equipas Açorianas no acesso aos Nacionais da 2 divisão prova organizada pela Federação Portuguesa de Futebol.


Na Madalena Paulo Almeida exibiu um cartaz e gritou não á liguilha, levantou o estádio que o ovacinou em massa numa longa salva de palmas.


Na ilha Terceira voltou a prostestar a liguílha embora o velhinho ditado popular seja bem aplicado aqui, "Santos de casa não fazem milagres" o Lusitânia desceu novamente numa prova ridicula e injusta desta feita foi nas grandes penalidades, as gentes afectas ao Leão da rua da Sé e da própria ilha acharam-no louco, doido, difamaram-no até á exaustão, uma maioria de adeptos verdes e brancos insultavam jogadores, treinador, presidente e director desportivo António Simões, Paulo Almeida batia palmas aos jogadores do Madalena e confortava seus atletas, lembra-se no posts da greve de fome, ele é o massagista do clube.

19 de Junho de 2005

Com o dinheiro ganho em tribunal e apos anunciar greve de fome,  deu asas ao projecto idealizado já alguns anoso My name is fair play - Help Stop the Fear. 


Finalmente o projecto idealizado era colocado em practica com a colaboração dos principais protagonístas do maior espectâculo popular e desportivo do planeta, a primeira bandeira do Movimento subiu ao relvado do velhinho Municipal de Angra pelas mãos dos capitães de equipa e dos árbitros do jogo de homenagem ao antigo atleta do Sport Clube Lusitânia, 

João Gabriel Borges. 


Paulo Almeida entregou uma coroa de flores em nome do Movimento a esposa do seu ex. treinador, na foto também estão os dois filhos do homenageado.

Touro 64 divulga o Movimento

No ano de 2006 Paulo Almeida encontrou na fotografia a forma de expandir o Movimento para fora da ilha através dos emigrantes. 


O touro 64 da ganadaria de Filipe Humberto foi o alvo do agora emigrante, foram milhares de fotos que tirou nas touradas á corda, que levavam o logo do Movimento, ao ponto que o massagista ficou conhecido pelo "o fotografo do fair play" 


Extracto do Livro sobre o touro 64

"A 11 de Setembro de 2006 na penha de França no Pico da Urze o espectâculo foi de veras notável, Paulo Almeida em situação de algum risco de vida fotografou o 64 que divulgou e fez chegar a todo Mundo via internet pelo site www.mynameisfairplay.com" 


Nesse mesmo ano Paulo Almeida baptizou o touro 64 pelo "Monstro das Tapadas" ficando Mundialmente conhecido por esse alcunha, de tal forma que quando o touro faleceu por doença em Julho de 2008, o jornal da comunidade Portuguesa na California, Tribuna num artigo sobre Tauromaquia de José Ávila, Quarto Tércio, deu a notícia da morte do animal assim, Morreu o 64, "Monstro das Tapadas" 

Em Março de 2010 Paulo Almeida voltou pela primeira vez ao seu País, ao seu querido Portugal após estar emigrado, foi ao lançamento do livro do escritor Terçeirense Liduíno Borba, o livro traz 42 fotos do emigrante e Mentor do mnisfp.


Na primeira fotografia pode verificar que a distância a percorrer entre o homem e o animal bravo é muito reduzida, bafejando da sorte e da irreverrência que lhe é tanto peculiar, o  segredo e sucesso das fotos estava nos ângulos que captou e que mais ninguém arriscava fazer na altura.

Após perder tudo, emigrou

Perdeu tudo pelo fair play, gastou quase 30 mil euros, deixou dois filhos menores para trás, uma filha com 11 e um filho com 9.


A 25 de Abril de 2007 chegou a Fort Lauderdale a 50 minutos de Miami, na Florida nos Estados Unidos.

Já em Terras de tio Sam, passou fome, comeu do lixo e dormiu num armazém velho, legalizou-se em 2009 e rumou ao norte Costa Leste em busca de trabalho.

A 31 de Agosto de 2010 chegava á Costa Leste, Victor Santos e esposa foram buscar o imigrante a Boston, os primeiros passos no norte foram orientados pela família Santos.

chegou a equacionar o suicídio

A 17 de Setembro de 2010 iniciava sua actividade laboral para a empresa do Comendador António Frias.

Foi alvo de violência física, psicológica e descriminação,  passados 8 anos de dedicação, empenho, sacrifício, suor e muitas lágrimas o emigrante Mentor do projecto My name is fair play entrou de baixa médica a 4 de Outubro de 2018,  após exames exaustivos foram encontradas lesões graves na coluna, mãos e cotovelos, a empresa não quiz assumir a responsabilidade não assinando o works compensation e Paulo Almeida deixou de receber partir de 4 de Outubro.


Só não caiu na valeta, tornando-se num mendigo porque sua noiva nunca o abandonou, My Dalila assim a trata suportou toda a carência financeira, físico e  emocional, acompanhando-o em todas as consultas medicas e em todo processo de diagnósticos, a depressão e a incertesa que o assulou iam levando a loucura e desespero. 


 Teve de recorrer novamente aos tribunais, agora do outro lado do Atlântico Norte, e a 31 de Maio de 2019 o tribunal de trabalho de Fall River deu razão ao funcionário e seu advogado, as lesões foram causadas pelo desempenho de sua actividade professional, a companhia por via da seguradora foi obrigada a pagar todos os salários desde 4 de Outubro de 2018, mais disse a juíza, obrigando a seguradora da empresa ao pagamento semanal a Paulo Almeida até o caso ficar encerrado.


A data actual 8 de Outubro de 2019 o emigrante ainda aguarda por cirurgias em particular á da coluna cervical, pois corre o risco de no tempo ficar numa cadeira de rodas.

Continua...

Em actualizacão

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